Resistência a insulina e Obesidade, Riscos Perigosos

Ou se preferir, ouça o episódio abaixo!

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Resistência à insulina e obesidade. Qual a conexão? Quais são os riscos ocultos? Os perigos? Os sintomas?

O que fazer para prevenir e reverter? Qual dieta seguir?

Muitas, muitas perguntas.

E isso é essencial. Temos que perguntar mesmo!

Quando nos perguntamos tais coisas, passamos a refletir, passamos a entender, passamos a saber o por quê acontece, e quais os impactos.

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Então, se segura na cadeira aí, por que esse vídeo, mais do que nunca será revelador.

De maneira fácil, eu e você, nós dois, juntos vamos analisar tudo isso!

Então, vem comigo!

Olá, eu sou o Bruno Fernandes criador da formula50s que vai restaurar sua saúde através da ciência, tenho certeza absoluta disso!

Seja muito bem-vindo e seja muito bem-vinda para mais um vídeo impactante, e esse é o quinto vídeo da série de como evitar as doenças da modernidade.

Se você ainda não assistiu os outros, corre lá depois que assistir esse, por que é muita informação boa!

Já adiantando para você, no final desse vídeo tenho um presente para download simplesmente maravilhoso, você vai ver!

No vídeo passado, vimos em detalhes o que é a resistência a insulina, glicose alta no sangue, pré-diabetes e diabetes, e por que tudo isso acontece.

Hoje, vamos linkar todas essas coisas, e ver as principais consequências da obesidade e perda do controle da insulina, e da glicemia.

Você precisa entender que a obesidade é considerada uma doença crônica, que ocorre por diversas causas. É um problema de saúde pública atualmente, que atinge boa parte da população.

Obviamente, ela se caracteriza pelo aumento da massa gorda, e consequentemente pelo aumento do peso.

Considera-se obesa, uma pessoa com Índice de Massa Corporal ou IMC, igual ou superior a 30 kg / m2.

É bem simples, para calcular seu IMC basta pegar o peso em kg, e dividir pela altura x altura, em metros.

Só como exemplo, se uma pessoa pesa 110 kg, e mede 1,70m, pegamos 110 e dividimos por 1,70 duas vezes. O que dá um IMC de 38 kg/m2.

A OMS considera abaixo de 18,5 como magro.

até 24,9 normal.

De 25 a 29,9 sobrepeso.

De 30 a 34,9 obesidade grau 1.

De 35 a 39,9 obesidade grau 2.

E, acima de 40, obesidade grau 3 ou a chamada obesidade mórbida.

Só preciso adicionar um detalhe nesses dados, por que isso funciona para maioria da população, que não faz exercícios e possui baixa massa muscular.

Veja só o caso dessa foto, por exemplo.

As pessoas possuem o mesmo IMC, mas o da esquerda não é obeso.

Então para indivíduos treinados, o calculo do IMC não é a melhor forma de detectar a obesidade.

Já a resistência a insulina, é uma condição associada à obesidade, pois acontece pelos mesmos motivos.

Excesso de calorias e excesso de comida de má qualidade e de baixo valor nutricional, com muitos carboidratos e óleos por exemplo.

Eu disse uma condição associada à obesidade, mas isso não quer dizer que não possa haver pessoas, que não são obesas mas muito provavelmente possuem resistência à insulina, como podemos ver vários pré-diabéticos relativamente magros.

Olha, resumindo, a insulina é um hormônio natural, produzido pelo pâncreas, que controla como o corpo usa o açúcar, ou seja a glicose.

Esse hormônio funciona como uma chave, que permite que a glicose entre nas células de todo o corpo.

Agora, na resistência a insulina, a célula ignora essa chave, e começa a rejeitar a glicose do sangue mesmo na presença de insulina.

Percebeu? E o que acontece?

Simples, com isso aumenta o açúcar no sangue, acontece a hiperglicemia, e vários outros problemas como por exemplo a piora do perfil lipídico do sangue, o perfil de gorduras no sangue, gerando lesões nas artérias e podendo causar eventos cardiovasculares, como infarto e avc.

Se você quer saber em detalhes sobre a resistência à insulina, não deixe de ver o vídeo sobre pré diabetes, vou deixar o link nos comentários para você!

E quais os principais sintomas?

Olha, o fato é que é difícil detectar essa condição sem alguns exames de sangue, pois a resistência a insulina está intimamente ligada à síndrome metabólica.

Essa síndrome metabólica nós detectamos com a circunferência da cintura aumentada ou gordura visceral, hdl baixo, triglicerídeos altos, hipertensão arterial e glicemia alta, ou pré diabetes.

Mas os principais sintomas da insulina alta que, “geralmente” acontecem são os seguintes:

a retenção de líquidos e o inchaço, a fome intensa e constante

a necessidade por açúcar, o ganho de peso e dificuldade de perder peso, fadiga, falta de motivação e ansiedade.

Então, agora sem mais delongas, vamos direto ao assunto, e ver as principais consequências, as principais doenças e disfunções no corpo que a resistência à insulina, e por consequência a glicemia alta e a obesidade podem causar no corpo.

Olha isso!!

  • Câncer

Isso mesmo!

Muitos! Muitos estudos, Numerosos estudos já revelaram que o risco de câncer aumenta com alto nível de açúcar no sangue.

O que faz muito sentido, já que é provado que as células cancerígenas se alimentam principalmente de glicose.

Isso inclui câncer de endométrio, pâncreas e cólon, e tumores colorretais.

  • Doença cardiovascular

É provado que o açúcar alto no sangue aumenta o risco de eventos cardiovasculares e mortalidade cardiovascular.

O risco de acidente vascular cerebral aumenta à medida que os níveis de glicose em jejum aumentam acima de 83 mg / dL.

De fato, cada aumento de 18 mg / dL além de 83, resulta em um risco 27% maior de morrer de AVC.

Parou para imaginar isso?

Aliás, a glicose pode “grudar” nas partículas de colesterol, e tornar essas partículas extremamente perigosas para saúde do coração.

E é por isso que é ainda mais importante controlar os níveis de açúcar no sangue se você estiver fazendo uma “dieta rica em gordura”, como as dietas de baixo carboidrato, as dietas low carb.

  • Doença renal

Olha que interessante nosso corpo!

Os picos de açúcar no sangue impulsionam a produção de tecido renal fibroso e complicações vasculares nos rins, que podem causar doença renal crônica.

Essa doença renal crônica, é muito mais comum do que as pessoas pensam, e é fator de risco de mortalidade para infecções como o corona vírus.

Há um aumento direto na doença renal crônica à medida que os níveis de hemoglobina glicada A1c aumentam.

Hemoglobina glicada é um exame que mostra quanto de glicose está ligada no nosso sangue.

É um exame mais preciso que a glicemia em jejum, por isso vários estudos científicos levam em conta esse fator.

  • Disfunção pancreática

Como vimos no vídeo anterior, as células beta no pâncreas, são as que produzem insulina para ajudar a controlar o açúcar no sangue.

Essas células beta se tornam disfuncionais com glicose alta no sangue, devido à grande quantidade de insulina que elas precisam produzir para controlar essa glicemia, aumentando e muito, o risco de diabetes tipo 2.

  • Retinopatia diabética

A retinopatia diabética. Isso nada mais é, que danos à retina, que pode levar à cegueira!

Consegue imaginar isso? A glicemia alta pode deixar cego!

A retinopatia é altamente agravada pelos altos níveis de açúcar no sangue.

  • Danos ao sistema nervoso
  • Danos ao fígado

https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0753332218322406?via%3Dihub

  • Efeitos no sistema reprodutor
  • Osteoartrite

Eu não conheço você, mas acho esses riscos muito preocupantes, você não acha?

O fato é que eu quero viver para cuidar da minha família, quero viver brincar com meus netos.

E se for preciso reduzir a quantidade de açúcar e produtos ultraprocessados, eu tô pronto! E você?

Olha, isso não quer dizer que a gente precisa abdicar de tudo.

Mas o que gosto de repetir sempre é que, o que realmente faz diferença na nossa saúde, é o que a gente come, é o que faz rotineiramente, no dia-a-dia, constantemente.

Percebeu a sacada aqui? Aquilo que a gente come de vez em quando, tem impacto baixo.

Sinceramente, não sei você, mas eu não vou deixar de tomar uma cervejinha boa, bem gelada quando tiver vontade.

Só que simplesmente, isso não faz mais parte do meu dia-a-dia.

Percebeu a diferença?

Meu amigo e minha amiga, para resumir então agora!

Para você corrigir a resistência a insulina, corrigir a glicose alta e corrigir o sobrepeso, você precisa de nutrição adequada, exercícios físicos e um estilo de vida que promova sua saúde!

Parece muito genérico, né.

Então vamos lá, sendo mais específico sobre a nutrição, quando comemos qualquer coisa, precisamos que o corpo use essa energia, e use os nutrientes dessa refeição.

O fato é que você precisa fornecer alimentos com alta densidade nutricional pro seu corpo.

De preferência alimentos de baixa caloria e baixo índice glicêmico, se possível e se você tiver condições, procure um nutricionista para te ajudar com isso.

Sobre os exercícios, se você ainda faz parte do grupo sedentário da sociedade, já passou da hora de se mexer mais.

Os benefícios são espetaculares, e superam e muito os riscos associados.

Pode ser uma caminhada, uma pedalada, algo que você goste de fazer.

Para simplificar ainda mais, comece com algo muito fácil, algo que seja impossível de negar de fazer.

Depois de criar uma rotina, vai aumentando sua dose de exercícios aos poucos, não tenha pressa, de preferência procure ajuda especializada com educadores físicos.

E isso não é tudo.

Você precisa entender também a sua variabilidade glicêmica, que é o quanto sua glicemia aumenta durante o dia, devido a diversos fatores.

Isso vai te ajudar a estabilizar seus níveis de energia, melhorar sua saúde celular, com a melhora da função e densidade mitocondrial, e vai alimentar melhor todos os seus órgãos e músculos, com nutrição de verdade.

Variabilidade glicêmica, anota aí! É assunto para um outro vídeo.

Percebe como o conhecimento científico é fundamental para termos uma vida longe de doenças?

Se você quiser, estou disposto a compartilhar com você tudo que eu aprender através da ciência e achar importante que você saiba, pode ter certeza disso!

E para finalizar, o presente que te prometi é muito bom!

É essa lista de alimentos maravilhosa, com calorias, carboidratos, proteínas e gorduras.

Isso aqui foi feito para te ajudar a ter uma vida melhor!

Basta acessar o link que vou deixar nos comentários do vídeo, e baixar, sem custo algum. Simples assim.

Entenda que qualquer dieta pode trazer benefícios e malefícios, e depende da forma como é feita também.

Por isso o ideal é fazer algo embasado.

Por mais que qualquer dieta que promova a perda de gordura corporal traga benefícios, estudos recentes mostram que as dietas low carb são especificamente efetivas, para quem tem síndrome metabólica e obesidade.

Futuramente farei alguns vídeos sobre a dieta low carb e também sobre jejum intermitente, então ativa o sininho aí e fica ligada nas notificações, beleza?

Não deixe de comentar aqui suas dúvidas e entendimento sobre esse assunto tão importante!

Conte sua história, e ajude cada pessoa aqui nos comentários.

Vamos criar uma comunidade positiva, que interage e incentiva todo mundo!

E como sempre, me diga como eu posso te ajudar, está bom?

Mais uma vez, não importa pelo que você esteja passando, é muito importante que você tenha fé, e acredite na mudança!

E também, você precisa aplicar as informações certas, as informações que farão diferença na sua vida. Conte comigo com isso.

Parabéns e obrigado por ter ficado até o final, te desejo tudo de melhor!

E nos vemos no próximo vídeo!

Fica bem, grande abraço.


Descrição Youtube:

A resistência a insulina e obesidade apresentam riscos, e vamos ver os principais sintomas, Como Tratar e Como Reverter, para que você atinja sua melhor saúde possível.

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Você precisa entender que a obesidade é considerada uma doença crônica, que ocorre por diversas causas. É um problema de saúde pública atualmente, que atinge boa parte da população. Obviamente, ela se caracteriza pelo aumento da massa gorda, e consequentemente pelo aumento do peso. Considera-se obesa, uma pessoa com Índice de Massa Corporal ou IMC, igual ou superior a 30 kg / m2. É bem simples, pra calcular seu IMC basta pegar o peso em kg, e dividir pela altura x altura, em metros. A OMS considera abaixo de 18,5 como magro. até 24,9 normal. De 25 a 29,9 sobrepeso. De 30 a 34,9 obesidade grau 1. De 35 a 39,9 obesidade grau 2. E, acima de 40, obesidade grau 3 ou a chamada obesidade mórbida. Olha, resumindo, a insulina é um hormônio natural, produzido pelo pâncreas, que controla como o corpo usa o açúcar, ou seja a glicose. Esse hormônio funciona como uma chave, que permite que a glicose entre nas células de todo o corpo. Agora, na resistência a insulina, a célula ignora essa chave, e começa a rejeitar a glicose do sangue mesmo na presença de insulina. Simples, com isso aumenta o açúcar no sangue, acontece a hiperglicemia, e vários outros problemas como por exemplo a piora do perfil lipídico do sangue, o perfil de gorduras no sangue, gerando lesões nas artérias e podendo causar eventos cardiovasculares, como infarto e avc. A resistência a insulina e obesidade apresentam riscos, e vamos ver os principais sintomas, Como Tratar e Como Reverter, para que você atinja sua melhor saúde possível. resistência a insulina e obesidade, resistência a insulina como reverter, obesidade grau 1, resistência a insulina como tratar, obesidade mórbida, resistência a insulina sintomas, consequências resistência à insulina, obesidade riscos e sintomas, obesidade riscos e consequencias, obesidade grau 1, obesidade grau 1 sintomas, obesidade grau 1 riscos, obesidade grau 1 o que fazer

Hyperinsulinemic syndrome: the metabolic syndrome is broader than you think https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24962189/ Hyperinsulinemia is a predictor of new cardiovascular events in Colombian patients with a first myocardial infarction https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/19923024/ Hiperglicemia, tumorigênese e inflamação crônica https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S1040842816302232?via%3Dihub Doença Renal Diabética https://cjasn.asnjournals.org/content/12/12/2032 Common neurodegenerative pathways in obesity, diabetes, and Alzheimer’s disease https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0925443916300977?via%3Dihub Molecular and Pathological Events Involved in the Pathogenesis of Diabetes-Associated Nonalcoholic Fatty Liver Disease https://www.jcehepatology.com/article/S0973-6883(18)30715-1/fulltext Estresse oxidativo, cardiolipina e disfunção mitocondrial na doença hepática gordurosa não alcoólica https://doi.org/10.3748/wjg.v20.i39.14205 Hiperglicemia induzida por diabetes prejudica a função reprodutiva masculina: uma revisão sistemática https://academic.oup.com/humupd/article/24/1/86/4616068 Osteoarthritis and type 2 diabetes mellitus: What are the links? https://www.diabetesresearchclinicalpractice.com/article/S0168-8227(16)30870-1/fulltext

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Vídeos para evitar as doenças da modernidade https://www.youtube.com/watch?v=HYy5Q6nCARA https://www.youtube.com/watch?v=HxMmNairHJs https://www.youtube.com/watch?v=u76w__niW-c https://www.youtube.com/watch?v=ncDHIzjcyO0

Fotos por Shutterstock Informações Legais: Não tenho nenhum dos clipes de vídeo usados neste vídeo, se aplicável. Os direitos legais pertencem aos detentores de direitos autorais legais do referido conteúdo. Eu usei eles sob a política de “uso justo” e fiz isso apenas para fins de entretenimento e educacionais. Conteúdo totalmente informativo, as informações aqui não substituem as de profissionais como médicos, nutricionistas e/ou Educadores físicos. O conhecimento divulgado é baseado em evidências científicas e você aplica se achar conveniente, porém sempre procure um profissional qualificado para te orientar. Não mude medicações, ou aplique mudanças sem o conhecimento do seu médico, baseado somente nas informações do vídeo acima. *Bruno Fernandes: Graduando em Educação Física e Nutrição. #resistenciaainsulina #obesidade #prediabetes resistência a insulina e obesidade, resistência a insulina como reverter, obesidade grau 1, resistência a insulina como tratar, obesidade mórbida, resistência a insulina sintomas, consequências resistência à insulina, obesidade riscos e sintomas, obesidade riscos e consequencias, imc obesidade riscos, obesidade grau 1, obesidade grau 1 sintomas, obesidade grau 1 riscos

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